Que Deus nosso senhor, na sua infinita bondade e sapiência, nos mantenha a salvo da sanha purificadora dos moralistas de um raio. Por vezes, e com a melhor das intenções por parte deles, somos acossados por essa cáfila de indigentes morais, convencidos que estão da sua da sua espécie de superioridade ariana. Outras vezes, interesses inconfessáveis aproveitam-se deles. Mas os resultados são igualmente trágicos. Relembre-se a inquisição, inicialmente “purificadora” moral, rapidamente convertida em açambarcadora dos bens dos indiciados. Veja-se agora os verdes girinos de Hitler, batráquios imberbes de uma nova geração de ditadores ecológicos, que me querem controlar em tudo e mais alguma coisa, inclusivé determinando o tipo de papel que devo usar para limpar a anatomia envolvida na expulsão da fezes. Os piores de todos são os da nova SS (pronunciar KerKus).
Estou particularmente antagónico do papiloma verde, que quer combater os mamarrachos em Lisboa e jura que tem uma solução milagrosa para forçar o aparecimento de mais casas para alugar.
Daaahh, só acredita quem quer. Daahh, tem pai que é cego!
Então não é que o papiloma verde, em nome de um moralismo de um raio, usou a sua verborreia endémica para entupir uma obra, enviando milhares de eleitores para anos forçados de calvário diário, e tudo isto às custas do erário camarário? E agora quer ser presidente da CML? Que será o que ele considera um mamarracho? Que género de soluções preconizará?A história ensina-nos que é melhor ser prudente, e a não eleger determinado tipo de portadores de soluções milagrosas.
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Dito isto, olhe-se renovadamente para o leque de candidatos. As perspectivas são sombrias…. Epul ou Epal? Administração interna ou correia de transmissão do Partido? Uma incógnita ou uma continuidade?
Quem me dera não ter de escolher, não por renúncia ao direito de escolha, mas por desajuste manifesto do leque de candidatos.
quinta-feira, junho 28, 2007
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