Salazar é o Maior!
March 28th, 2007
Salazar ainda mexe?
Salazar foi votado como o maior português de sempre. Mas desenganem-se aqueles que pensam que ele ainda está vivo e recomenda-se. Salazar foi votado por despeito, nitidamente contra o estado actual das coisas. Agora pode-se votar, e por isso Salazar foi votado, o que é uma derrota para Salazar, que nunca quis votos, e para o estado actual das coisas, que não leva a lado nenhum de bom. Dois coelhos numa cajadada.
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Os verdadeiros salazaristas não votaram, porque era muito caro.
Salazarista que é salazarista não vota!
quarta-feira, março 28, 2007
terça-feira, março 27, 2007
O EconoEspaço
O EconoEspaço
March 27th, 2007
Esta é uma teoria económica “naif”.O CiberEspaço é a união de todos os intervenientes nos processos comunicacionais. O Espaço físico é a união de todos intervenientes nos processos existenciais. O EconoEspaço é a união de todos os intervenientes nos processos económicos.No EconoEspaço, considere-se uma superfície de Gauss (fechada) envolvente do sistema estado. O Défice de 3% representa o rácio entre a massa monetária que entra e a que sai. É a causa da inflação da massa monetária. A massa monetária é o saldo entre a totalidade da moeda positiva em circulação (fiducial, empréstimos, cheques, VISA, …) e a totalidade da moeda negativa (dever). A inflação da massa monetária pode provocar inflação (aumento) dos preços, se a inflação (aumento da quantidade) de bens produzidos for insuficiente.Continuando… Fora do sistema estado, existem duas coisas: o sistema bancário e o resto. É pela taxa de juro que o sistema bancário sorve (divergencia negativa) dinheiro do resto.Que a contece se a taxa de juro for superior ao defice?O fluxo monetário pela superficie de Gauss que no EconoEspaço envolve o sistema bancário é convergente (divergencia negativa) e superior ao fluxo monetário que sai (divergencia negativa) pela superficie de Gauss que envolve, no EconoEspaço, o sistema estado. Tem assim que existir uma corrente de deslocamento monetário do resto para a banca, uma vez que do estado nao sai mais. Quer dizer que o resto (ou seja: todos nós) está cada vez com menos dinheiro.E’ assim a crise.Existindo capacidade produtiva suficiente, que há, é pois necessário que a taxa de juro anual do banco central europeu seja inferior ao défice anual para que a crise inverta de sinal, e deixe assim de existir. Basta pois que o BCE diminua a taxa directora para a crise se esfumar.
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Ah, se isto fosse mesmo assim tão simples…
March 27th, 2007
Esta é uma teoria económica “naif”.O CiberEspaço é a união de todos os intervenientes nos processos comunicacionais. O Espaço físico é a união de todos intervenientes nos processos existenciais. O EconoEspaço é a união de todos os intervenientes nos processos económicos.No EconoEspaço, considere-se uma superfície de Gauss (fechada) envolvente do sistema estado. O Défice de 3% representa o rácio entre a massa monetária que entra e a que sai. É a causa da inflação da massa monetária. A massa monetária é o saldo entre a totalidade da moeda positiva em circulação (fiducial, empréstimos, cheques, VISA, …) e a totalidade da moeda negativa (dever). A inflação da massa monetária pode provocar inflação (aumento) dos preços, se a inflação (aumento da quantidade) de bens produzidos for insuficiente.Continuando… Fora do sistema estado, existem duas coisas: o sistema bancário e o resto. É pela taxa de juro que o sistema bancário sorve (divergencia negativa) dinheiro do resto.Que a contece se a taxa de juro for superior ao defice?O fluxo monetário pela superficie de Gauss que no EconoEspaço envolve o sistema bancário é convergente (divergencia negativa) e superior ao fluxo monetário que sai (divergencia negativa) pela superficie de Gauss que envolve, no EconoEspaço, o sistema estado. Tem assim que existir uma corrente de deslocamento monetário do resto para a banca, uma vez que do estado nao sai mais. Quer dizer que o resto (ou seja: todos nós) está cada vez com menos dinheiro.E’ assim a crise.Existindo capacidade produtiva suficiente, que há, é pois necessário que a taxa de juro anual do banco central europeu seja inferior ao défice anual para que a crise inverta de sinal, e deixe assim de existir. Basta pois que o BCE diminua a taxa directora para a crise se esfumar.
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Ah, se isto fosse mesmo assim tão simples…
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